domingo, 28 de outubro de 2012
E eu vejo, seriamente, meus olhos podem estar cheios d'água mas já não doí mais, essas solidão é algo indescritível, inimaginável pra quem não sente, e pra mim é tão boa, as vezes o coração lateja com o excesso, mas em fim o que eu posso fazer? Viver a vida dos outros pra mim não é uma opção, me enganar também não, descarto qualquer forma de ilusão. Talvez quem vê um menino andando na rua sempre sozinho com fones de ouvido e olhando pro céu sinta pena dele, mas não sabe o fogo que arde dentro do peito, um amor sem tamanho, uma felicidade nos olhos que chegam a lacrimejar, as únicas companhia que ele tem as vezes são as nuvens, outra hora as estrelas e quase sempre a lua, ele observa cada detalhe a seu redor, grava-os em sua mente como um filme em película, talvez esses sejam os maiores tesouros dele, a sua inesgotável fonte de prazer. E há que o lança olhares de desprezo, ele retribui, mas é um olhar de pena, pena essa de quem vive no paraíso e não o desfruta-o. As vezes ele tropeça e deixa por um instante de olhar pro céu, mas a dor de um joelho ralado não pode desfazer o sorriso que há em sua mente, as vezes ele acha que está se despedindo de tudo a sua volta, mas ele tem razão, o eterno na matéria perece.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Eu amo cada defeito, defeitos esses que viram delates, cada cicatriz pinta ou marca, os olhos dizem tanta coisa, são tantas expressões, sei até a mais constante que é de tristeza. O sorriso ou a falta dele é o ponto principal. A personalidade inconstante, o gênio forte, o gosto para músicas, a fixação para filmes e curtas, a preguiça, o amor pelo sono, o coração mole, os sonhos, as ausências, a mania de chegar atrasado, a impaciência, o romantismo, são essas e outras coisas que te tornam diferente. Lembra-te de cada lagrima que derramou? Não? Mas foram muitas, recorda-te de algumas, poucas forma de alegrias, a maioria foram por pessoas e a falta que elas te fazem. Desde criança tu aprendeu o gostinho amarmo de não ter a presença de alguém, sei que até hoje você saboreia essa dor, mas sei que o seu "Não me importo com nada" é uma tentativa vã de amenizar essa dor. E pelo que você agradece a Deus? As vezes tu acha que tem tudo, e que não merece nada, e as vezes tu acha que não tem nada e que a vida é injusta contigo. Todos os dias tu pensa em uma vida diferente, com as coisas dando certo pra você ou com pessoas diferentes ou até como seria o mundo se não existisse, fome, dor, doenças ou pais ausentes. A gente tem que se amar mesmo as vezes, dar valor no ser que é, no corpo que tem, admirar-se. Tudo isso é uma fração de Deus, mesmo sendo imperfeito. Você quando vê alguém sofrendo enche os olhos de lagrimas, pode ser até um animal, sua vontade é de mudar as coisas, mas sabe que pouco pode fazer, e você sabe que viver é sofrer, e você se questiona o porque disse, sempre tem perguntas, (acho que estou ficando louco), o seu pé atras com tudo deve ser explicado com um bom psicanalista, mas são meras analises, achismos.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
''A intuição é o mais alto degrau da escada, a escada de consciência. Ela pode ser dividida em três divisões: o menor eo primeiro é o instinto, o segundo, o do meio, é o intelecto, ea terceira, a mais elevada, é a intuição.''
O Bosque de Berkana
12 de janeiro
Naquela noite fria um garoto anda debaixo da chuva fina,
parece sem destino, mas ele sabe onde seus passos o levam, seus sonhos passam
diante de seus olhos e o único som que ele ouve e de seus passos, de cabeça
baixa ele segue, uma lagrima escore até seu nariz e toca o chão, a chuva fria
coma a noite bate contra sua pele como milhares de agulhas, ele ouve um som se
aproximando na escuridão, olhares são trocados e palavras são ditas, e o que se passa no seu coração não é medo é
apenas dor, ele segue seu caminho até parar, ele respira fundo e parece que
seus pensamentos fogem de sua cabeça,
ele toca naquela grade gelada, o coração
dele bate cada vez mais forte, em seus olhos vermelhos se vê apenas um vazio,
os sonhos já não estão mais lá, um homem aparece, palavras são ditas de ambas
as partes, a tranquilidade dele o assusta, da boca do garoto quer sair um “eu
te amo” mas a ultima coisa dita é um “tá” e seu corpo que sentir um abraço mas
sente apenas o frio, os olhos de ambos estão fixos, parece um desafio, naquele
exato momento ele deixa de ser garoto e
se torna homem e percebe que aquele outro homem que ele tanto amou não é tão
homem assim, o homem fecha a porta e ele
solta a grade, e volta a sentir a chuva que cai sobre ele, o silencio o corroí
por dentro, seus olhos voltam a se encher d’agua ele sente como se estivesse
perdendo o bem mais precioso de sua vida e um vazio vai preenchendo seu peito
fazendo com que a dor pulse no mesmo ritmo acelerado do coração.... ele chega
em casa, abre a porta, deita em sua cama e fecha os olhos, nada se ouve, nada
se vê... nenhuma pergunta, nenhuma resposta... e como o frio o sono o abraça.
Nos homens
Homens as vezes não sabem dizer “eu te amo”, não sabem se
declarar como em novelas e filmes, não sabem
fazer discursos de amor cheios de palavras com efeitos que emocionam,
nos homens nunca conseguimos falar o que deve na hora certa, mas basta olhar
nos olhos de qualquer homem que você saberá o que ele quer dizer, vai poder ver
todo o fogo que queima dentro dele e toda a dor que ele sente.
O que for de ser que seja
Ah meu Deus o que for de ser que seja, mas o que não for
necessário que não aconteça. As vezes eu reclamo por não ter certas coisas e
por não estar ao lado de certas pessoas, me perdoe por não saber dos seus
planos pra mim, eu sei que talvez eu não os mereça ou talvez seja elas que não
me merecem.
domingo, 1 de julho de 2012
Realidade e sonho
Você deita a cabeça no travesseiro a noite, tenta dormir,
mas a imagem dele não te deixa, ai você começa a lembrar todos os breves
momentos que passaram juntos, você quase consegue sentir o cheiro, o gosto, o
toque, mas nada disso é real está a penas na sua cabeça. Você começa a sonhar,
mas ainda não conseguiu pegar no sono, começa a imaginar momentos ao lado dele,
começa a planejar um futuro que não existe e que nunca vai existir e pensar
isso doí, doí na sua alma, as lagrimas vão inundando o travesseiro e o seu ser,
entre essas lagrimas vai chegando o sono e sem perceber você dorme, dormir é
seu único remédio, sua única salvação. A realidade é pesada de mais, é
desconfortável, mas enquanto você dorme seu espírito o busca, viaja meio mundo,
ultrapassa qualquer barreira, qualquer parede e o encontra, vocês se olham, mas
não com olhos da carne e se reconhecem, vocês são exatamente iguais, falhos e
fracos, com os mesmos erros, os mesmos medos, você o toca, uma corrente
elétrica percorres vossos corpos, e no abraço ele te acalenta, te acalma, as
lagrimas não existem mais, a dor no peito sessa, você o sente nos braços, o calor
e parece que nada no munda existe mais além de vocês, os problemas se forram,
as guerras não existem, a fome é apenas uma lembrança e a dor não passa de uma
cicatriz esquecida, você o aperta com força e abre os olhos, enxerga apenas a
sua cama vazia, e o frio corta sua pele, você abraça seu travesseiro que esta
ao seu lado com força, por um instante você sente o corpo dele entre seus
braços, mas esse instante passa e seus olhos se inundam, a lagrima desse
silenciosa aquecendo sua face fria como a manhã, você não quer se levantar, o
sol o ilumina pelas brechas da janela, mas ele não te diz um bom dia é apenas o
silencio e você, e se você pudesse escolher entre o real e o sonho você
escolheria dormir pra sempre e telo nos teus braços do que levantar-se nessa
manha fria.
Deixe de chorar
Você não esta cansado de ficar olhando a foto dele na tela
desse computador? Você não esta cansado sentir seus olhos queimarem com cada
lagrima que escorre, olhe-se no espelho e se veja! Olha o que você se deixou
fazer e olhe a foto dele novamente, ele é aquele rapaz sorridente e você é esse destroço, com os olhos vermelhos
inchados, com o peito dilacerado. Pergunte-se se isso vai mudar alguma
coisa? Lagrima alguma sua vai fazer
diferença pra ele e olha que foram tantas.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Lagrimas do tempo
Aqueles olhos que choram por um muito pouco, um muito inalcançável, que dizem não valer a pena, mas o que posso fazer se não chorar, pigarrear tossir, tentar tirar tudo o que tem dentro do peito, tudo o que me impede de respirar. Está tão perto quase posso senti-lo, sinto tocar minhas mãos, mas ao abrir os olhos vejo a milhas de distancia de mim. Veneno da alma, matame aos poucos, dilacera minha carne, meus olhos meu coração, e o que faz é sorrir e fingir. Fingis muito bem, melhor do que faço, mas os teus e os meus olhos não enganam, são espelhos da alma, o meu mostra o inferno que arde dentro de mim e os teus o que dizem? Decifra-los meu objetivo, mas não lhe tenho permissão, mas a vida revela-me aos poucos. E aos poucos vos mores e eu me vejo no espelho cada dia diferente de ontem, de quando eu tinha 16, o tempo passa e não me espera, é um trem que perdi e eu fico a lamentar, o que vive e não vivi, mas o que me doí e o que eu não vivi, ao seu lado, planos e mais planos, sonhos, devaneios, ilusões, que vão se perdendo dentro do tempo vazio espaço no meu peito.
terça-feira, 26 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
"Nasci num tempo errado, onde acreditava que sonhos pudessem se tornar realidade. Tempo esse que nos prometeu um futuro, mas esse futuro nunca chegou, quem dera eu fosse criança novamente pra ver a esperança crescer dentro do meu coração mas não, sou adulto, adulto esses que teve a esperança arrancada de suas entranhas, e agora, sente o amargo gosto que é viver." - P.A
terça-feira, 12 de junho de 2012
| NÃO: Não quero nada. Já disse que não quero nada. Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer. Não me tragam estéticas! Não me falem em moral! Tirem-me daqui a metafísica! Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) — Das ciências, das artes, da civilização moderna! Que mal fiz eu aos deuses todos? Se têm a verdade, guardem-na! Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica. Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo. Com todo o direito a sê-lo, ouviram? Não me macem, por amor de Deus! Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável? Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa? Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade. Assim, como sou, tenham paciência! Vão para o diabo sem mim, Ou deixem-me ir sozinho para o diabo! Para que havemos de ir juntos? Não me peguem no braço! Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho. Já disse que sou sozinho! Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia! Ó céu azul — o mesmo da minha infância — Eterna verdade vazia e perfeita! Ó macio Tejo ancestral e mudo, Pequena verdade onde o céu se reflete! Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje! Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta. Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo... E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho! |
"Olhar para o horizonte e esquecer, os problemas, quem eu sou, as ambições, as preocupações, as angustias, as indecisões, os preconceitos, as fraquezas, os vícios, os medos, os desejos, as paixões, o ódio, a raiva, a inveja... tudo aquilo que me prende ao chão, e por um instante voar, para além do horizonte, voar livre."
quarta-feira, 6 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Receita Para Dormir Bem
1º Uma caneca de chá de camomila bem quente
2º Um incenso
3º Álbum da Lana Del Rey tocando bem baixinho
2º Um incenso
3º Álbum da Lana Del Rey tocando bem baixinho
domingo, 13 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Ana Carolina - Nua
Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa
Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem
Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer
Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais
Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você. . .
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa
Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem
Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer
Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais
Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você. . .
domingo, 15 de abril de 2012
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